sexta-feira, 26 de julho de 2013

Restaurantes da semana - North, Rodeio e Gero.

NORTH - Restaurante de carne, especializado em cortes de Angus. Fica a poucos metros de casa e, por isso, é uma opção que sempre conto aqui na Vila Nova Conceição. O atendimento é impecável, o maitre muito simpático e solícito. Fica na Rua Jacques Félix.
Fomos eu e meu marido no último domingo, pois este inverno inesperado clama mesmo é por comida mais pesada e com "sustança", como dizem por aí.
O couvert aqui é muito gostosinho, e vem com a cabeça de alho assada e alguns acompanhamentos, como pimentões no azeite, guardando uma cesta de pães quentinhos, que conta inclusive com pães de queijo! Pedi uma Picanha Vila Nova, meia porção. Com salada verde de acompanhamento. Uma delícia! De sobremesa, fica a dica da panqueca de doce de leite ou da tapioca com nutella.

RODEIO - A Confraria nesta semana aconteceu na quarta-feira. E decidimos pelo Iguatemi, pois iria recepcionar algumas amigas e respectivos bebês em casa à tarde, já que vamos passar um mês em Portugal, e precisava comprar uns lanchinhos e presentes pros amiguinhos que nasceram e os que vão fazer aniversário enquanto estivermos longe.
O Ritz lá é sempre uma boa pedida, mas difícil de sentar. E a churrascaria Rodeio, lá em cima, sempre está mais tranquila.
O couvert é muito bom também, pois o pão de queijo é incrível e a saladinha da casa já está inclusa.
Depois, acabo sempre indo no Duo da Hebe (um pedaço de picanha acompanhado de linguiça apimentada, guarnecido com farofa de pimentão), que nunca me decepciona.
Ao final, o café vem com balinhas de coco apetitosas, mas sempre deixamos a sobremesa para ter um pretexto e tomar um novo café lá na Pati Piva.

GERO - Bom, a Confraria, formada por 3 amigas, deu frutos, e passamos a ter a Confraria de Casais, quando nossos maridos nos acompanham e acaba sendo em média uma vez por mês. É um encontro super legal que sempre gera boas risadas regadas a um bom vinho. E todos os maridos amam o Gero. E não há como não amar, né?
Fica na Haddock Lobo, nos Jardins, e serve comida italiana. Mas um pouco mais sofisticada, com mais elaboração e menos quantidade que um restaurante convencional. E a abobrinha frita de entrada, fatiada fininho??? Uma tentação!
Ontem eu mudei (geralmente como a massa fresca negra com lula, que é demais) e acabei pedindo gnnocchi de azeitonas pretas com ragu de coelho) - nossa, que delícia! De sobremesa, profiteroles com sorvete. Uau. É um restaurante mais chique, mas que não intimida tanto, pois o ambiente é mais aberto, com pé direito alto e paredes em tijolinho. Mais escurinho e romântico, é ótimo para um encontro a dois.



terça-feira, 23 de julho de 2013

Restaurantes dos últimos dias antes da viagem - Le Jazz, Kinoshita, Parigi, Rufino's, Adega Santiago, Nanako, Pobre Juan e A bela Sintra.

Le Jazz - Eu e uma amiga passamos na frente em uma visita ao Jardins e resolvemos parar - O restaurante fica na Melo Alves, uma ou duas quadras pra baixo da Oscar Freire. Pedi um cosmopolitan, que estava super gostoso. Acabamos pedindo um tartar de atum grande pra dividir como entrada. Uma delícia! Depois, dividimos uma omelete recheada de gruyere, cogumelo e salmão defumado. Tudo impecável. O clima é muito gostosinho, mesas apertadas e redondas como num bistrot em Paris. A música de fundo e a decoração são bem parisienses também. Tomamos café. E a conta. com duas caipirinhas de saque? R$ 170,00 a dupla...

Kinoshita - É na esquina de casa, na Rua Jacques Félix. Já havia ido antes e, sinceramente, não tinha gostado - optamos, na época, pelo menu degustação. Não sei se foi a gravidez, mas, na época, não apeteceu... Bom, dessa vez fui almoçar no dia do meu aniversário (18 de maio) e optei pelo a la carte mesmo. Começamos com um temaki - o meu de ouriço (uni) e o do meu marido de camarão.... Hummmmm: Sensacional! Depois, uma rodada de sashimis: sashimi de atum com shitake e ovas, sashimi polvo, de buri, de namorado e de salmão. Que delícia! Ainda fomos no "sashimi" de kobe beef com pasta de soja (uma espécie de carne bovina japonesa selada). Deslumbrante!!! Ainda, para finalizar, sushi (eu chamo de niguiri quando é o arroz com a fatia de peixe por cima, mas lá é sushi) de buri, de atum com foie gras e de vieira. Estonteantes!!! TODOS. Assim, aprendemos que uma segunda chance pode nos surpreender. Juntamente com Momotaro (na Diogo Jácome), Aizomê, Nagayma e Jam Warehouse, virou um dos meus prediletos! A conta foi de R$ 450,00 o casal, sem bebida alcoólica.

Parigi - No jantar do aniversário, resolvi testar um restaurante novo. Tomamos um vinho Rosso de Montalcino - Casanova 2009 - sensacional. Acabamos aceitando o couvert, por insistência do meu marido. Vieram pães, manteiga, pate de fígado, pate de ricota com ervas e azeite, bruschetta e grana padano. A bruschetta estava deliciosa. De principal, fomos eu de atum grelhado pimenta verde e ravioli de batata com alho poró, e meu marido de gnocchi com ragu de galinha d'angola. Bem gostosos os pratos. Mas a surpresa foi a sobremesa: o sufle de chocolate com sorvete é de comer rezando. Demora uns 15 minutos pois é assado na hora. E vale CADA segundo de espera! O ambiente é bem sóbrio, forrado do chão ao teto alto de madeira escura. Um pouco fresco o lugar, mas fomos super bem atendidos e a noite não deixou em nada a desejar. Acho que foi em torno de R$ 600,00 a conta do casal com o vinho (parte substancial da conta).

Rufino's - Tenho minhas resistências quanto ao couvert... Mas no Rufino's ele vale MUITO a pena. A cestinha de pães não vem apenas acompanhada de manteiga. Legumes no azeite, salmão defumado e lulas vinagretadas fazem parte - além de uma sardinha escabeche sensacional! Peixe Rufino's nota 10, que pedimos num tamanho a comportar 3 pessoas.

Adega Santiago - Com o frio chegando, os pratos portugueses apetecem muito. E o Adega Santiago é um restaurante que entende muito bem disso. Fomos 2 vezes, e em ambas fomos muito bem tratadas e comemos muito bem. Da primeira vez comemos bruschetta, polvo a lagareiro, tomamos um vinho Quintas do Cachão e, por fim, tiveram os churros. Da segunda, comemos o bacalhau, que apesar de ser para 2 pessoas, serviu 3 (mulheres), muito bem.

Nanako - Japonês em Moema, freqüentado pela comunidade nipônica mesmo. Vou bastante. É uma espécie de bufet a vontade. Tudo bem tradicional e preço fechado (acho que, com bebida não alcoólica, café e garçom não sai mais que R$ 100,00 por pessoa). Os cortes de sashimi são ótimos e frescos, mas o ambiente é bem simples, com mesas e cadeiras de plástico. Sem muitas daquelas invenções e rococós dos japoneses mais refinados, é uma opção pra quem quer um jantar rápido (afinal, já está tudo ali), diferente e barato. A mesa de quentes é bem gostosa, com teppans, tempurás (incluindo de camarão) e outros pratos quentes. O missoshiro é muito gostoso.

Pobre Juan - Confraria desfalcada e, já que nossa integrante saudável não estava, optamos por um restaurante de carne. Pra variar, decidimos ir ao Cidade Jardim - é fácil estacionar, as opções de restaurante são ótimas e sempre acabamos passeando em alguma loja. Pedi ojo de bife, palmito e farofa.  Que delícia! Os churros também estavam ótimos, mas essa sobremesa não compete com a do Adega Santiago.

A bela Sintra - Não vou puxar sardinha, mas que o restaurante é bom, é bom. Não tenho como negar. Fomos em um grupo de 3 casais e deixamos a escolha do vinho a cargo do Bittencourt. As entradinhas são de morrer - bolinho de bacalhau, croquete e queijo fresco feito na casa. Pedimos panelinha de polvo (o melhor polvo da cidade, pra mim). Pedi a cataplana de frutos do mar, que vem com creme de leite. Comi o prato todo. MARAVILHOSO. Hummmmmm - não faço idéia de quanto deu a conta e quantos vinhos tomamos. Saímos a 01a.m.


NYC com bebê de 1 (um) ano. Parte III - Diversão para mais velhos - Os shows e restaurantes.

O que tornou essa parte possível, friso, foi ter levado a babá. A viagem então pôde ter o foco infantil durante o dia e adulto durante a noite. Como meu bebê ainda não fala, e muito menos inglês, a idéia de uma sitter por hora não me parecia muito agradável.

E Nova Iorque tem muito a oferecer à noite, entre gastronomia e shows. Antes de viajar então, pesquisei demais na Internet, principalmente em blogs, lugares interessantes pra ir e espetáculos bem recomendados para assistir.

Cheguei à conclusão, em relação aos shows, que deveria ir ao Fantasma da Ópera (The Phantom of the Opera), Rei Leão (Lion King) e Wicked, pois eram os que tinham as melhores críticas dentro de uma diferente gama de públicos. Comprei todos pelo Broadway.com e, na parte deles, tudo certo. O Fantasma da Ópera já veio via ingresso virtual e não teríamos que busca-lo na bilheteria. Nos demais sim, e foi super tranqüilo, pois 1 hora antes pegamos os tickets com facilidade e sem fila, apresentando a identidade do comprador.

Depois, passei para a investigação de restaurantes... Comecei pelo guia Michelin, no qual os restaurantes são divididos em 1, 2 e 3 estrelas. Dentre essas categorias, ainda há a indicação de até que confortáveis, confortáveis, muito confortáveis, tops e luxuosos. Escolhi, com base nessa lista, dentre os 3 estrelas, os dois que tinham a indicação de luxuosos: Daniel e Per Se.

Meu marido queria conhecer o Babbo, do Mario Batali, por indicação de amigos.

Os demais fui escolhendo entre indicações e lendo o Vamos para Nova York, que tinha a lista on line mais completa entre indicações e descrições. Decidi pelo Balthazar e STK Rooftop para variar um pouco e por serem mais casuais e descolados que os dois primeiros.

1) Os Shows: Bom, preciso contar que, por um erro MEU acabei me confundindo nas datas e fui pro Per Se no dia do Fantasma da Ópera... Ou seja, perdi os ingressos do show. A sorte foi que, apesar de ser necessária a reserva no Per Se com um mês de antecedência, eles se compadeceram da situação e trocaram a nossa reserva para aquele dia (pelo menos assim não perdemos a viagem). Sobre esse espetáculo em específico, a quem for arriscar, é mais fácil de conseguir ingressos com desconto na Broadway mesmo - é necessário pegar uma fila, geralmente longa, na qual vendem os ingressos do dia mais baratos. Mas os outros shows que assisti estavam esgotados.

O Rei Leão foi sensacional e foi o primeiro musical que vi. Confesso que tinha um pouco de receio, pois não costumo me espantar com espetáculos (postarei depois os shows a que fui em Las Vegas). Mas por conta da minha idade e de ter assistido incontáveis vezes esse filme (o seu VHS foi minha primeira aquisição pessoal, com a mesada que tinha dos meus pais), acabei me emocionando demais. Apesar de lúdica, a montagem segue fielmente a história original e os figurinos são demais.

Quando achei que já tinha visto o melhor musical do mundo, fui assistir Wicked, que conta a história da bruxa má do oeste do Mágico de Oz. Não tenho palavras para descrever esse show se não ES-PE-TA-CU-LAR! OS efeitos são maravilhosos, as vozes das principais são indiscritíveis, a Gleeenda (bruxa boa do norte) é hilária e saí de lá revendo todos os meus conceitos da história de Oz...

2) Os Restaurantes: O guia Michelin me surpreendeu. As duas indicações que seguimos não poderiam ter sido melhores e eram quase ao lado do Hotel que ficamos. O Per Se, no Columbus Circus, fica num prédio com visão do monumento e Central Park. Elegantérrimo e sensacional (obviamente que se não fosse, aiaiai, porque custa pelo menos $295.00 por pessoa o menu degustação - e só há essa opção com 9 pratos - e, dentre esse menu, upgrades são oferecidos em dois dos pratos, o que pode levar a quantia por pessoa a ultrapassar os $400.00. Com uma garrafa de vinho mediana, mas ótima, nosso jantar ficou em $1,100.00). Os pratos passaram por ostras com caviar, salmão defumado, lagosta, vitela, foie gras... HUMMMMMM - Cada um mais deliciosos que o outro.



O Daniel também surpreendeu. Um típico francês, mas nos EUA! O foie gras era deslumbrante, com figo e cogumelos. Também havia a opção de menu degustação, mas optamos por escolher cada um dos pratos. De principal, comi a lagosta com bacon, sobre arroz selvagem. Uma delícia! Meu marido comeu coelho, envolto em presunto, com pimentões recheados. Cada um mais bonito que o outro. O vinho, Snowden, muito bom também.



No Balthazar, as entradas estavam ótimas. Mas tivemos que ir de taxi, pois era no SOHO. Comemos ostras e escargots ótimos. Mas os pratos principais não estavam tão bons. Só não perdeu pro Babbo, que me mandou um prato principal frio (em que pese o polvo de entrada estar muito bom) e tem um atendente de reservas muito grosseiro. O STK Rooftop surpreendeu - a vista é linda!!! É um típico americano de carne, mas mais descolado. O lugar fica no topo de um prédio, em frente ao High Line Park. Bem pequeno e descoberto, com lamparinas para iluminar à noite. PS: Há como reservar o terraço. Lá em baixo é mais "transado", cheio de gente num ambiente fechado. Mas a vista e a sensação lá em cima são indescritíveis.



Os cafés da manhã e almoço, fizemos nos seguintes lugares:  Seraphina'sThe Palm CourtLavoThe Standard GrillPappardellaPhilippeBottega del VinoRue 57. Dentre eles, os dois primeiros repetimos, pois são maravilhosos para um brunch. O The Standard Grill (da rua, pois há um no hotel que leva o mesmo nome, mas em andar mais alto, que deve ter uma vista incrível e parece ser mais formal) foi super gostoso: comi king crab e vieiras, o ambiente é todo cheio de samambaias. Já o Pappardella é uma boa opção atrás do Museu de História Natural.


Para a próxima, já pesquisei e irei nos seguintes: Le Bernardin, Del Monico, Buddakan e Top of the Standard (High Line Park).

Roupas de SKI - luxo.

Olha, preciso compartilhar, e consolidar, tudo o que andei pesquisando, porque nada achei sobre o assunto, seja em português ou inglês, tirando artigos citando uma ou outra marca aleatoriamente.

Vou esquiar em janeiro, na estação de Snowmass, em Aspen, Colorado (EUA). Será minha segunda temporada. Na primeira, passada em Chamonix (com pistas na Itália, França e Suíça), optei por emprestar as roupas de uma amiga querida, já que não sabia se ia gostar ou não do esporte. Vou deixar para outro post a viagem, hotel, restaurantes, aulas de ski, etc. Fato é que eu amei, então...

Comecei a pesquisar as roupas de esqui, em busca de algo que fosse tecnológico, mas bonito.

Descobri que as marcas mais badaladas das fashionistas na estação de esqui são: Chanel, Moncler e Bogner. Sinceramente, não sei onde encontrar as roupas de ski da Chanel, mas posso adiantar que encontrei os goggles em NYC - quase $400.00 com os impostos, mas acho que estava nesse preço porque está para sair a nova coleção.


Sobre a Moncler e a Bogner, ambas têm loja própria em Nova Iorque (a Moncler tem setor na Saks, se não me engano). Infelizmente fui fora de temporada, então quase não tinha nada do meu número. As impressões que tive foram: a Moncler é linda de morrer, mas é after ski total (pra usar no bar depois de um dia de esqui) e custa entre $750 a 1,500 em média e, apesar de ter algumas variações de cor, o mais comum é preto e marrom, algumas com pelo natural (real fur). A Bogner já é super tecnológica, feita para esquiar (a marca é especializada em esportes de neve e golfe) e, então, o padrão é outro - as roupas tendem a ser coloridas e estampadas, com os itens úteis, como saia de neve na jaqueta, bolsos, etc. O preço? Bom, daí é hardcore - entre $1,000 e $2,300 as jaquetas e $450 a $1,000 a calça...

Ainda existe, mais estilizada, a Jet Set, mas confesso que não pesquisei mais detalhes: entre $1,000 e 1,500 a jaqueta.

Técnica, mas ainda sim fashion, há a Rossignol, na linha assinada pelo JCC (Jean-Charles de Castelbajac). Algumas coisas são um pouco exageradas, mas bonitas. As jaquetas saem entre $900 a 1,500 e a calça em torno de $600.

Agora, extremamente técnicas, mas também caras, há a Kjus e Mover. A primeira, entre $800 a 1,400 as jaquetas e a segunda (que só achei no próprio site da marca) entre EUR 700 a 1,000, com calças entre EUR 500 a 600. A Mover, de todas, parece a mais profissional, com os tecidos mais modernos, e o design mais clean.

Outras técnicas, mas muito bonitas, são a Canada Goose  (cerca de $600), Toni Sailer (cerca de $900 a 1,200, sendo as calças em torno dos $450,00) e Mountain Force (na faixa de $1,000). A Cross, mais comum, também é ótima, mas menos justinha que as demais.

Agora, se você é fã da Spyder, mas ama uma roupa mais bonitinha, achei a Jaqueta Posh (real fur) linda!

E, onde comprar? Bom, a maioria delas, digitando o nome no google, nos leva aos sites de cada marca. Agora, reunindo grande parte delas, há o Gorsuch, o Peter Glenn e o St. Bernard Sports. Há também algumas peças mais comuns no skis.com e SkiCenter.

E assim é aquele velho esquema de mandar a roupa pro hotel quando estiver nos EUA.

Sobre o tamanho, nesses sites costuma ter o "size chart" - basta tirar as medidas e converter. Pelo menos nas da Bogner, que experimentei, o tamanho indicado na tabela estava certo.

PS: Não costumo "linkar" os sites, pois o meu blog não tem caráter comercial algum e entendo melhor deixar cada um procurar o que gostou. Não quero fazer publicidade de ninguém, apenas compartilhar o que eu mesma uso/consumo.

PS2: A faixa de preços que indiquei foi entre um mínimo e máximo que encontrei, a depender dos modelos. Todavia, alguns, principalmente se com muita pele verdadeira, saem da curva, como uma jaqueta da Bogner de $ 6 mil...

Vejam aqui as roupas que eu comprei.

sexta-feira, 12 de julho de 2013

NYC com bebê de 1 (um) ano. Parte II - Os passeios com criança.

O que fazer com crianças em Nova Iorque? E, melhor, o que fazer com bebês?

Sinceramente, eu achei que ia ser difícil encontrar programação para todos os dias, considerando que meu bebê tem cerca de 1 ano e meio (para ser exata, ele fez 1 ano e 5 meses durante a viagem).

Começo pelo principal - o Central Park! Nossa, que maravilha de lugar! Amplo, gramado, gente bonita só curtindo um sol ou brincando com as crianças. E não, não se compara ao Ibirapuera (moro ao lado e tenho receio de ir pra lá - seja pelo trajeto a pé, seja pela segurança do próprio lugar, seja pelo público, etc). Os jardins são extremamente bem cuidados, os lagos são uma vista a parte... E os cachorros-quentes? Únicos (um sabor bem diferente da nossa salsicha, bem peculiar, mas muito molhadinha e gostosa). O contraste da cidade e dos prédios... Meu marido, que é bem mais viajado que eu e foi para lá cético, voltou EN-CAN-TA-DO com o local.


São cerca de 6,6 miles de comprimento... Diversos campos e muito o que fazer e ver. Passei por lá todos os dias da viagem.

Num dia, passeamos de carruagem pelo parque. Meu filho A-MOU! Elas ficam estacionadas na 59.


No outro, fomos ao ZOO - assistimos a alimentação dos leões marinhos às 11hrs, fomos ao cinema 4d assistir "Era do Gelo". Uma delícia!



Não chegamos a ir, pois não deu tempo, mas tem um mini parque de diversões no Central Park. Parece um ótimo passeio para os pequenos.

O dia mais gostoso foi o PICNIC! Encomendei a cesta no hotel, com croissants, frutas, paninis de presunto cru, suco, café... Foi tudo muito bucólico e gostoso! Para quem não tem essa facilidade no hotel (sei que no The Pierre tem tb), há sites em que se pode alugar a cesta e encomendar os lanches.



Noutro dia fomos a Estátua da Liberdade, saindo do Battery Park. Pegamos um water taxi e fomos passear ao redor de Manhattan. O monumento em si estava fechado para reforma e abriria só em 04 de julho, comemorando a Independência. Descemos depois num pier próximo ao High Line Park e fomos conhecer o tal parque plantado numa linha de trem desativada (minha impressão: aos arquitetos e paisagistas, um bom passeio. Aos locais: um bom lugar pra passear e caminhar. Aos turistas: não vale a pena sair do Brasil só pra conhecer esse parque. O que é bom é que embaixo do parque há bons restaurantes. Meu filho amou king crab)(PS2: a quem mora em SP, o Serafina abriu por aqui na Lorena).



Também fomos ao Museu de História Natural e nunca tinha visto meu bebê tão feliz. Explico: ele pirou na seção dos animais empalhados e fundo do mar. Compramos tb ingresso pro Planetário (que eu achei bem interessante, mas meu filho estava com sono e dormiu). DICA: fui com 3hrs só pra conhecer o museu e não dá tempo. É melhor reservar ao menos 5hrs...


Bom, por fim, ainda fomos fazer o tour de taxi bicicleta, pedindo pro motorista nos deixar do outro lado do Central Park - há local para trilhas lá e é bemmmmm menos cheio nos finais de semana (PS: os preços de bicicleta taxi e carruagem ficam mais caros no final de semana...).


Um passeio muito legal também foi a FAO Schwarz - loja de brinquedos que aparece num filme de Sessão da Tarde, quando um personagem que ficou adulto de repente, dança num piano de chão (chamado "Quero Ser Grande"). Dá pra perder uma tarde inteira lá. Tudo é setorizado e organizado e os doces no térreo são muito coloridos e gostosos. Almoçamos, neste dia, no Lavo e meu filho provou batata frita... A-DO-ROU! Na Toys R Us da Broadway tem uma roda gigante dentro da loja, mas os brinquedos em si não são tão organizados e o povo não é dos mais bonitos como na 5a avenida...



Passamos tb pelo Rockfeller Center, pelo Columbus Circle e Empire State. Nada de mais com crianças...

Para o café da manhã, cada hora paramos num lugar - os que mais gostamos e repetimos foi o Sarabeth's na 59 em frente ao Park (uma delícia o waffle de abóbora e os ovos com salmão defumado) e o Palm Court do The Plaza (melhor croissant ever...). Tb fomos no Bottega del Vino e no Rue 57, bem razoáveis.

Bom, em resumo, os passeios com criança acabaram sendo muito divertidos, tanto pra gente como pro bebê. E ainda haveria mais o que fazer se ficássemos mais tempo.

quarta-feira, 10 de julho de 2013

NYC com bebê de 1 (um) ano. Parte I - O avião, os taxis, o hotel e a mala.

New York foi sensacional. Realmente adorei a cidade, os passeios, os restaurantes... Os shows!!! Fomos eu e meu marido, bebê e babá para 9 dias de viagem.

Sinceramente, muitos amigos diziam que eu havia feito a escolha errada de destino com um bebê. Mas, ao final, posso dizer: estavam redondamente enganados. E nos divertimos muito!

PS: Todavia, levem em consideração a babá - com a ajuda dela foi que pudemos fazer os passeios adultos, como jantares e shows da Broadway. E isso enriqueceu muito os aspectos positivos da viagem.

Mas a viagem começa pelo trajeto. Então, vamos lá.

1) Vôo DIURNO - Ida. Acordamos 4am... Os dois taxis chegaram às 04:30, como agendado (sempre uso os serviços da COOPERTAX) e chegamos em pouco mais de meia hora ao aeroporto de Guarulhos. Com minha pastinha de "reservas - itinerários - mapas" em mãos, fomos ao check-in da American Airlines. Só havia impresso a reserva (com a indicação de "bilhete emitido"), e na reserva constava o bebê de colo nos nossos assentos de executiva. Mas o bilhete não havia sido emitido (só o do bebê) por algum erro de sistema - Aprendi então que é sempre bom checar o bilhete do bebê online nos sites das cias aéreas. O vôo era 07:45 e tivemos de esperar até as 6:15 pela abertura da loja da American, quando nos cobrou mais $2 mil pela passagem do bebê - mostrei que havia na reserva o valor de $1mil e, depois de muitas idas e vindas, conseguimos a passagem no preço reservado e fomos os últimos a embarcar. QUE SUFOCO!

Não levamos carrinho, pois compramos online um daqueles mais levinhos para entrega no hotel (uso sempre o Amazon.com, pois nunca houve erros com nossas entregas - por enquanto). Quem viaja sem ajuda deve lembrar de levar um canguru, para poder usar as mãos sem descuidar do bebê.

Na mala de mão, foram kit de troca, com lenços e pomada, 10 fraldas, 2 mudas de roupa quentinhas e confortáveis (mais 1 body sobressalente), leite para 6 mamadeiras (mais 2 mamadeiras), 2 papinhas nestlé salgadas e 2 doces (PS: A água para a mamadeira é fornecida pelo comissário de bordo - leve as garrafas vazias). O Ipad com bateria total, carregado dos vídeos que meu bebê gosta e aplicativos de quebra-cabeças, pintura, sons, etc, foi essencial. Também levamos carrinhos de brinquedo. Seriam 8 horas e pouco de vôo.

Meu bebê estava doentinho, então, além do normal dramin e paracetamol, levamos soro nasal e a "bombinha"substituta da inalação caso o peito trancasse lá em cima.

No começo do vôo achei que a viagem seria um fiasco, pois meu filho chorava demais dentro do avião. Só que, na decolagem, ele fez cocô e dormiu. Dúvida - acordava para a troca depois da aeronave estabilizar ou esperava ele acordar. Resolvi esperar e, meu deus, começou a assar. Mas bem de levinho. Só que ele fez 8 cocôs no avião, além da troca no aeroporto, e então só me restava 1 fralda e meu filho estava assando mais e mais (descobrimos, na viagem, que era mais um dentinho apontando e, que, por isso, com a diarréia e alteração do PH do cocô, ele assou). Pra piorar, na metade de viagem, fui dar dramin pra ver se ele dormia e descansava um pouco e ele vomitou... Aiaiai. Do meio pra frente a viagem correu bem, ele dormiu um pouco, quis passear (ia lá atrás ver a babá) e chegamos bem ao destino.

2) AEROPORTOS e TAXIS - No Brasil, tanto para o raio X como para a alfândega, tivemos prioridade de atendimento. Conferiram muito bem os documentos do bebê e dos pais, e ainda pediram a certidão de nascimento (havíamos levado também a de casamento). Checaram tb a minha mala de mão, ao ver o volume das papinhas líquidas - mas liberaram na hora, ao verem o bebê.

Nos EUA não existe prioridade - fila é fila. Mas também todo o ingresso ocorreu com tranquilidade e fizemos tudo em 40 minutos (entre alfândega e malas).

Saímos do aeroporto e fomos para a fila do taxi - iríamos pegar 2, mas a pessoa que chamava os taxis sugeriu um só. Acabamos indo num Toyota van antigo, mas com motorista simpático (depois de puxarmos papo, pq se não falamos algo, eles não falam tb). Meu marido deu $100 pela simpatia, mas o normal seriam os $45, mais de 15 a 20% de gorjeta. Aliás, cabe ressaltar - agora eles já inflacionaram um pouco - na maioria dos lugares que fomos e taxis pagos com cartão, as sugestões de gorjeta são de 18, 20 e 22%.

3) HOTEL - Ficamos no The Plaza. Devo confessar... Não aguentei de vontade ao assistir "Noivas em Fúria" e escolhi o hotel dos cobiçados salões. A localização não poderia ser melhor - na esquina da 5a Avenida com a 59 East. Na quina com o Central Park.

Fiquei numa suíte chamada Edwardian Park View. A vista, ao vivo, era bem melhor e tinha 100m2, que nos acomodaram muito bem (bebê e babá na ante-sala), com lavabo próprio, microondas, geladeira, talheres, copos e louças.

Os pontos ruins foram que a fachada do hotel estava em reforma, o quarto não estava tão bem limpo no primeiro dia e nada havia para bebês (como uma brinquedoteca ou piscina). Mas os concierges são ótimos, o quarto maravilhoso, a comida excelente e receberam todas as minhas 30 e poucas caixas de encomendas sem reclamar ou cobrar extras.



4) MALA do pequeno... O que ajudou muito minha viagem foi que fiz as compras do bebê com antecedência - Comprei roupas de 2 e 3 anos (meu filho tem 1 ano e meio) na Carters, Polo e Tommy (via Macy's a última marca) pela internet. Meias, cuequinhas, toalhas também. Comprei papinha da Gerber (para "Graduates" quando os bebês têm mais de um ano) e fraldas da Huggies (comprei uma jeans linda!). Já comprei alguns brinquedinhos para que ele usasse na viagem (motinhos, carrinhos, etc) e sapatinhos (ele usa 5 agora, mas comprei tb 5 1/2, 6, 6 1/2 e 7). Comprei leite Ninho +1 (NIDO +1 lá) que sei que meu filho toma, pois não encontrei o Aptamil. Além disso, o carrinho (Maclaren Triumph no caso) também ajudou bastante, pois era leve e fechava fácil.

Assim, a mala levou só mais uma lata de leite pequena, um pacote pequeno de fraldas, muitos bodies e poucas roupas e sapatos, e foi uma dentro da outra. Na volta, retornaram 2 malas cheias.

PS: bebê de colo, sem assento (quando vc só compra o direito dele voar no seu colo) só tem direito a uma mala, mas meu marido não usa mais que uma nunca, então...

E, como grande benefício, foi que curtimos a viagem sem a necessidade de compras - farmácia, papinhas, roupas, etc. Só comprei "mimos", o que tornou tudo mais divertido.

5) Voo DIURNOVolta. O vôo decolaria às 11 e pouco e saímos do hotel às 8, com medo do trânsito. O preço do taxi é fechado para o aeroporto (acho que $45). Precisaríamos de 2, devido às bagagens. Acabamos optando por um motorista particular de Suburban. E o melhor está em que pensamos em fazer isso na véspera, pelo concierge do hotel, o que custaria quase $300. Mas deixamos para pedir na hora e o cara que pedia os taxis chamou um por telefone, que nos cobrou $100! Demos mais 20 de caixinha depois. Tudo coube perfeitamente e o motorista era uma simpatia, o carro super confortável.

No aeroporto, para nossa surpresa, descemos do taxi e solicitamos o carregador para as malas - e não é que ele simplesmente já ficou com elas e fez nosso check-in ali, nos entregando as passagens???

Tomamos um café da manhã bem gostoso e com calma, acabamos perdendo a chamada do vôo e entramos no final, com carrinho e tudo (ele desmontado, foi no bagageiro...)

O vôo foi ótimo. Almoçamos e meu bebê comeu minha comida comigo (não quis a papinha). Dormiu por umas 3/4 horas do vôo, brincou as outras e, quando vi, chegamos! Fui precavida com 15 fraldas, mas acabei só usando 1 (PS: comprei em NYC uma pomada chamada Desitin, na versão específica para assaduras, e foi um milagre - demorou uns dias para sair o machucadinho, mas meu filho parecia não sentir mais dor nas trocas e passeios).

Chegamos ao Brasil, corri no free shop para aqueles pedidos de mães e amigas e fomos sair. Quando viu o bebê chorando, o policial da Federal nos mandou seguir sem inspeção.