quinta-feira, 27 de fevereiro de 2014

Miami III - Onde comer. Dicas de restaurantes.

Vou correr aqui com esse post - há dias tentava postar, mas sem sucesso. Algo deu errado e eu não sabia o quê. Sempre que tentava escrever algo no blog aparecia uma mensagem de erro.

Agora que vou conseguir terminar as dicas de Miami (e depois, se tudo der certo, as de Aspen), já estou embarcando pra Disney no sábado!!! Então, quando voltar, vou ter bem mais dicas de viagem!

Em primeiro lugar, Miami parece São Paulo na quantidade de restaurantes. São muitos e de todos os tipos imagináveis.

Em primeiríssimo lugar, de todos que fomos, foi o ZUMA. Cozinha japonesa moderna, com toques especiais, que transformou a ida a esse restaurante numa das melhores experiências gastronômicas da minha vida. "O" máximo. Cada prato foi uma descoberta. Sashimi de carne com trufas negras (o melhor de todos na minha opinião), o black cod.... HUMMMM E ainda tem uma extensa carta de sakês e é mega badalado (é necessário fazer reserva!!!). Fica no "EPIC Hotel", 270 Biscayne Boulevard Way, 33131.


Também fomos, tratando-se de comida nipônica, ao NOBU. Confesso que, depois do ZUMA, acabei não me surpreendendo muito com este restaurante. É sim um restaurante excelente, badalado também, com um black cod ótimo, e o yellowtale com jalapeños também. Mas não achei tudo isso, como leio em alguns lugares por aí. Gosto é gosto. Reservas são altamente recomendadas. Fica no 1901 da Collins Avenue, 33139.


Falando em japonês ainda, fomos ao SUSHI SAMBA, que fica na altura 600 da Lincoln Road em Miami Beach. Já tinha ido em Las Vegas, que não estava lá essas coisas (ok, posso ter sido influenciada por ser a última noite e estar cheia de bolhas no pé!). Mas a unidade de Miami apresentou uma comida excelente. Mas não vale pedir a comidinha "ordinária", do dia-a-dia. Vale sim é pedir os mais exóticos especiais da casa, como um temaki (por lá, peça nos restaurante o handroll, pois eles não sabem o que é temaki) que não vai arroz, mas quinoa! Comemos ainda um Tiradito de Kanpachi, além de outros que não lembro e um especial do chef de sashimi e sushi. Hummmm.



Fomos ainda ao Cecconi's, que é super badaladinho, escurinho, com luzes de velas. O ambiente em si é muito agradável. Por uma sorte muitooo grande, conseguimos pegar a época de trufas brancas. Aiaiai. E acabamos todos pedindo entre o risoto e a massa com trufas. Muito bons os pratos. Ainda fomos atendidos por uma brasileira super simpática. Fica no 4385 da Collins Avenue.


Ainda fomos ao:

a) Scarpetta, no Fontainebleau Hotel. Na foto, o salão está claro, mas é bem escurinho com velas também. O ambiente é bem gostoso e a comida idem. Pedi vieiras (scallops) com trufa que estavam ótimas! 


b) Cipriani, no Viceroy Miami que contei pra vocês no post aqui, na altura 465 da Brickell Avenue. Fomos mais de uma vez, por ser o restaurante mais próximo. Num dos dias comi um Langoustini Scampi de delirar... Hummmm. E de entrada, um New Sashimi Salmon. Hummm de novo. Dica: o carpaccio é o carro chefe da casa, muito bom mesmo, mas sem nada de frescuras ou invenções: carne fresquinha, bem fininha, num excelente molho de mostarda e alcaparras.


c) DB Bistro - Minha decepção. Quem leu meu post sobre os restaurantes de NYC sabe que ameiiiii o "Daniel", no mesmo chefe Daniel Boulud. E ainda tinha o desejo há mais de anos de provar o "The Original DB Burguer", pois meu marido tem um livro chamado Toys for Boys (dica de presente de homem que gosta de carros e coisas luxuosas - não vi no Brasil, mas a Amazon deve entregar aqui) e, nesse livro, na parte de comidas sensacionais tem esse tal hamburguer recheado de foie gras com trufas. Delirava toda vez que via. Pois bem. A entrada que pedimos de king crab estava ótima, mas o hamburguer... Demorou e veio gelado por dento. E gosto de foie gras? Ou trufas? NADA. Mas a salada de minha amiga de lagosta estava ótima! Fica no 255 da Biscayne Boulevard, na frente do EPIC Hotel.

d) Joey Stone Crab (não aceita reservas... É preciso chegar num horário razoável pra sentar com tranquilidade, pois lota). Especializado em caranguejos há mais de um século (sem exagero, 102 anos), no stone crab mais precisamente, o restaurante é um ícone. E eu seriamente recomendo (já tinha ido no de Las Vegas também, mas o de Miami é melhor). É um tipo de comida que não se encontra aqui (minto, pois uma vez comi king crab aqui no Nagayama), e, pra quem gosta de frutos do mar, é ótimo! Uma amiga, que não curte caranguejo, pediu o Seabass e achou o melhor peixe da vida dela. Uma experiência única comer com o babador deles, pegar o caranguejo nos apetrechos... Eu acho que, além do ZUMA, é um must go de Miami.

Tentamos, como bons brasileiros, ir ao China Grill. Mas estavam fechados por reforma causada por mudança de endereço.

PS: Fotos retiradas dos sites oficiais, todos sinalizados acima.

terça-feira, 18 de fevereiro de 2014

Miami II - Onde ficar - Dicas de hotéis com criança.

Conforme prometido no post aqui, seguem as impressões dos hotéis em Miami.

Como fomos para Aspen no meio da viagem, pudemos ter a chance de ficar em Miami em dois hotéis completamente diferentes: o primeiro entre o dia 27.12.13 a 04.01.14; e o segundo entre os dias 12 a 14.01.14.

No primeiro, ficamos no Viceroy Miami, que fica na Brickell Avenue, altura da Brickell Key, em Downtown Miami. Nossa estadia foi na parte de residences, numa unidade de dois quartos, mas fizemos a reserva pelo hotel. A planta era ótima, bem ampla, com decoração bem clean, e uma vista linda, pois estávamos no 33o andar. A piscina do hotel é ótima e imensa, mas externa, então só conseguimos aproveitar um pouco porque era aquecida. Pagamos cerca de USD 600,00 a diária. O hotel ainda conta com um restaurante Cipriani lá embaixo, que é garantia de uma boa comida.

O grande ponto negativo foi o serviço de vallet. Como não estávamos numa região prática, precisávamos do carro para quase tudo. Mas havia fila para deixar o veículo com o manobrista na entrada e às vezes demoravam mais de 30 minutos na hora de pegar o carro. Além disso, ainda perderam o nosso veículo no dia de embarcarmos para Aspen, e ficamos mais de hora esperando, com o perigo de perdermos o vôo. Alegaram que esse problema acontece apenas no final de ano, que nas outras épocas é tranquilo (aliás, se já sabem disso, deveriam aumentar a mão-de-obra e cuidar dessa peculiaridade de final de ano).

Também reforço: como contratamos via hotel, eu imaginava que o serviço de quarto estava incluso, mas não, apenas um único dia estava incluído nos 8 dias de estadia. Fiquem atentos, pois a diária da limpeza é USD 250.00...







Já no retorno de Aspen, escolhemos ficar em Miami Beach mesmo, no Loews, por indicação de amigos. Reservei uma suíte bem ampla (Bayview Suite). Pagamos cerca de USD 850.00 a diária. Acabamos recebendo um upgrade pra Vice-PresidentialSuite, com vista para o mar... Só que, apesar de maravilhosa, em todos os aspectos, a suíte tinha um problema – contava com apenas um banheiro e dentro da área do quarto principal – e a babá estava conosco... Ou seja, tivemos que dividir com ela o banheiro e deixar a porta do quarto com a sala aberta durante todo o tempo para que ela pudesse entrar.

A suíte contava com um hall imenso, uma ante-sala com o sofá-cama, o quarto principal com um banheiro lindo, e um escritoriozinho onde colocaram o berço, além de uma vista deslumbrante da piscina e do mar.






No final das contas, se eu pudesse optar, ficaria no Viceroy de novo, apesar do péssimo serviço de vallet. Isso porque era difícil sair de Miami Beach por conta do trânsito, e a opção do apartamento nos pareceu mais acertada com o bebê e babá.


PS: Nossos amigos que viajaram conosco (e a quem devo parte substancial das experiências em Miami), recomendam o Setai, que tem localização em Miami Beach e tem a opção de residences também, relembrando que o preço, nesse caso, é bem superior ao do Viceroy (cerca de USD 2,3k na pesquisa que realizei para julho).

quarta-feira, 12 de fevereiro de 2014

Aspen II - Onde ficar em Snowmass.

Em Aspen é possível esquiar em 4 montanhas: Buttermilk, Snowmass, Aspen Mountain e Aspen Highlands. (Ver como chegar em Aspen no post antigo aqui).

De longe, Snowmass tem a maior área esquiável, com muitas pistas azuis e pretas. E lá é possível ou ficar em hotéis, como o Viceroy (mais caro e mais completo), ou em condos (apartamentos) ou ainda em casas no meio da montanha. Muitas dessas opções são ski-in e ski-out - o que significa que já se pode sair esquiando do lugar!!!

Além disso, o que pesou mais pra gente foi o fato de lá estar a Threehouse. Trata-se de uma estrutura montada para crianças. É um Kids Center - desde bebês é possível deixá-los lá no berçário. Para crianças com mais de 2,5 anos, há aulinhas de ski.

PS1: Se for deixar seu filho pequeno, inclusive na hora do almoço, recomendo deixar a comida. Isso porque, apesar de incluso, o "almoço" lá é o ponto fraquíssimo - servem nuggets (só nuggets) num dia, hamburguer (só hamburguer) no outro, ou mini pizza - nada de misturas saudáveis. Nada mesmo. ZERO.

PS2: O meu bebê ficou lá com a babá, mas a maioria dos pais deixa os bebês lá com as cuidadoras do local. Geralmente eles têm alguém que fale espanhol ou português.

PS3: Há a opção de meio período ou integral (das 8:30 às 15:00). No integral, pagamos USD 2.159,95 por 7 dias de dois bebês.

Ficamos no Hayden Lodge. Alugamos no Aspen Snowmass Rentals by Owner. E correu tudo bem. O administrador nos esperou na porta do prédio, com as chaves e cartões de estacionamento. E, contratamos, à parte, a arrumação do apartamento por 1 hora por dia. Foi mais que o suficiente. 

A nossa era a unidade #9008 de 2 dormitórios, com a planta maior. Eram cerca de 111m2, com uma suíte, além de quarto com acesso ao banheiro da sala, uma cozinha SUPER equipada e uma micro-lavanderia. A sala tinha dois ambientes, com a parte de TV e lareira e a outra de jantar, além de uma varanda grande, que ficava para o lado da rua (a parte de trás têm vista do lift e fica bem em cima da entrada do Treehouse, que também é o ponto de encontro de alunos e instrutores de manhã - então, se puder evitar a numeração final par, é melhor).









E, falando em instrutor de ski, ficamos com Mike Heub! Um senhor muitoooo simpático e paciente. Se puderem pedir por ele na Snowmass Ski School, é o máximo!

PS4: Há um condo muito parecido com o Hayden, e ao lado dele, que é o Capitol Peak.


PS5: Uma amiga ficou no Interlude e gostou muito. É mais barato, só que é mais pra cima. Talvez com bebês seja melhor ficar na própria base village e não na snowmass village em si.

sábado, 1 de fevereiro de 2014

Miami I - O que fazer em Miami com crianças pequenas.

Queridas. Cheguei de Miami há pouco mais de uma semana. E ainda teve o aniversário do meu bebê de 2 anos na segunda-feira, dia 20 agora de janeiro, que já postei.

Foi minha primeira ida a Miami, então lá vão as minhas impressões do local e o que fizemos de passeios infantis.

Sinceramente, gostei um pouco mais de NYC. Achei que lá a mobilidade era bem melhor sem carro se ficar hospedado no lugar estratégico, ao lado do Central Park. Mas Miami é uma cidade muito divertida, com praias agradáveis (fomos e era inverno. Conseguimos apenas 2 dias de sol), organizada e todo o mais. De qualquer forma, há bastante o que se fazer com os pequenos por lá.

1) Sea Aquarium;
2) Jungle Island;
3) Children's Museum;
4) SOAK (para dias de sol);
5) Kydoo;
6) Zoo; e
7) Everglades.

Abaixo, um a um com as fotos das atrações/locais em que fui (lembrem sempre de checar os preços, pois estes são da data da publicação do post e podem mudar!!!):

1) Sea Aquarium - com shows de golfinhos (o Flipper está lá!!!), leões marinhos e de baleia orca. Aparentemente lembra o Sea World de Orlando, mas não conheço ainda (vou em março, no carnaval!!!).

Local: 4.400, Rickenbacker Causeway, Miami, Florida 33149
Horário: De segunda a domingo, das 9:30 às 18.
Preços: até 3 anos é grátis, de 3 a 9 anos é USD 31,95, e adulto é 41,95  (além dos impostos).












2) Jungle Island - Um mini-zoo, no meio de Miami (entre Downtown e Miami Beach - Na ponte MacArthur Causeway). A foto é cara depois, mas recomendo tirar a foto da entrada com as araras!!! Elas até "desmaiam"e ficam deitadas no colo!!!

Local: 1111, Parrot Jungle Trail, Miami, Florida 33132
Horário: De segunda a sexta, das 10 às 17; sábados e domingos das 10 às 18.
Preços: até 2 anos é grátis, de 3 a 10 anos é USD 26,95, de 11 a 61 é 34,95 e acima de 62 anos é USD 32,95 (além dos impostos).






3) Children's Museum - uma atração muito legal para se fazer com toddlers (1, 2 a 3 anos). Nada a ver com um museu mesmo, mas muito lúdico e interessante. Há salas temáticas, como, por exemplo, uma em que as crianças vestem coletes e pescam peixes de plástico de dentro de um barco, ou uma na qual os pequenos podem entrar num caminhão de bombeiros e dirigir, outra na qual pilotam barquinhos ou comandam guinchos de docas para empilhar cargas e carregar um barco. Há uma sala sobre instrumentos musicais e outra área dedicada às artes, com possibilidade de pintura. Para as meninas, há um setor sobre ursinhos de pelúcia.

Local: 980, MacArthur Causeway, Miami, Florida 33132
Horário: De segunda a domingo, das 10 às 18.
Preços: até 1 ano é grátis, e o ingresso custa USD 16,00 (além dos impostos).











4) SOAK - do Hotel Loews: SOAK é uma parte separada da piscina do Loews, que tem a opção de locação de camas e de cabanas. Ficamos em uma cabana, em 4 adultos, além das 2 babás e bebês. E é ótimo! As cabanas têm uma infra muito legal, com sofá, televisão, ar-condicionado e banheiro, além de espreguiçadeiras e uma banheira particular aos usuários do SOAK (ou seja, quase um mini apartamento à beira da piscina, que permite a quem não está hospedado à beira mar, passar um dia confortável com crianças). Mas é bem caro na temporada - acho que pagamos cerca de USD 750.00 com USD 100.00 de consumação inclusos.

Não deixem de tomar a sangria em balde… Hummmm

Local: 1601, Collins Avenue, Miami, Florida 33149





Que não fui, mas me recomendaram:

5) Kydoo - um kid's club, com atividades para os pequenos. Há uma sala central com estações para escalada e play, além de outras salas para montagem de legos, artes, uso de computador, performance artísticas, etc...

Local: 625 SW 1rst Avenue, Brickell, Florida 33130
Horário: De segunda a sexta, das 9 às 19; sábados e domingos das 10 às 19.
Preços: de 0 a 6 meses o custo é de USD 5,00, de 7 meses a 2 anos custa USD 8,00 e acima de 3 anos é USD 12,00 (além dos impostos).

6) Zoo - Não conseguimos chegar no Zoológico a tempo, pois apesar de fechar às 17:30, chegamos 16:15 e a bilheteria já estava fechada. Era o último dia, então não conseguimos voltar. Ficou para a próxima!!!

Local: 12400 SW 152 Street, Miami, Florida 33177
Horário: De segunda a domingo, das 9:30 às 17:30 (bilheteria fecha às 16!!!).
Preços: de 0 a 2 anos é grátis, de 3 a 12 anos custa USD 11.95 e acima de 13 anos custa USD 15.95 (além dos impostos).

7) Everglades Safari Park - Nesse meu marido desistiu de ir, pois achou muito perigoso ir com nosso filho de 2 anos e sair numa lancha voadora entre os crocodilos… Essa ficou realmente pra próxima, quando meu filho estiver mais velho. Mas deve ser sensacional!!!

Local: 26700 SW 8th Street, Miami, Florida 33194
Horário: De segunda a domingo, das 9 às 17.
Preços: de 0 a 5 anos é grátis, de 5 a 11 anos custa USD 12,00 e acima dessa idade é USD 23,00 (além dos impostos).

Ok - adianto o desapontamento com a cidade - sim, como toda brasileira que se presa, fui inadvertidamente achando que iria parar no paraíso das compras de alto luxo. Ouvindo a fama do Shopping Bal Harbor, fui feliz e contente à busca de uma Chanel estilo mais sacola dia, com as ferragens douradas… O que encontrei? Um shopping recheado de brasileiros, mas assim, com fila de espera pra se conseguir uma atendente e gastar míseros USD$5mil numa bolsa (juro, nunca achei que ia ter que chorar pra ser atendida numa loja dessas - eles que deveriam estar lambendo os pés dos clientes já que você está disposta a gastar 20X mais numa bolsa deles… E isso que ainda queria cinto, bota e brincos…). Tb estava atrás da VaVaVoom (bolsinha linda de morrer do Valentino que sou apaixonada), e tive que aguardar por atendente da mesma forma.

O trânsito também é complicado e, como tudo é longe, o carro é essencial (ok, ok - em NYC o trânsito é mil vezes pior… Mas as distâncias são mais curtas, e sempre há a opção de ir de metrô, ou muitas vezes, a pé mesmo).