quinta-feira, 28 de agosto de 2014

Trindade - Dica de restaurante português em SP.

Com origem na casa A bela Sintra, o Trindade é a versão mais acessível dessa culinária portuguesa, e fica localizado na Rua Amauri, 328, no Itaim Bibi.

O ambiente é bem diferente, apostando no tom roxo, e na arte moderna aliada à cultura portuguesa. À noite, o restaurante é bem romântico, meia-luz, com velas sobre as mesas.

Foto do site oficial do restaurante.

 Foto da fachada, com as mesinhas de rua - Extraída do perfil do facebook do restaurante.


Amo esse quadro de azulejos! Nada mais português... E romântico! risos

O couvert é muito bem servido e a cestinha de pães veio quentinha - o pão redondo mais clarinho estava divino. No couvert ainda vem 2 tipos de patês e a manteiga, além de bacalhau frio com cebola e grão de bico, sempre acompanhado dos mini-croquetes e bolinhos de bacalhau:


De entrada, provamos camarões com aspargos, rúcula e presunto cru assado, que não está no cardápio - uma delícia!!!


De principal, fomos na sugestão do chef, o polvo à lagareiro. Aliás, são poucos os lugares de São Paulo nos quais é possível comer um polvo bem macio e molhadinho. Lá é um desses lugares. A diferença do tradicional que estava no menu foi que a batata ao murro estava um pouco mais cozida (o que eu prefiro), o polvo vinha um pouco menos embebido no azeito, ficando mais leve, e o tomate veio demi-sec (não chega a ser totalmente desidratado e vem sem casca, o que concentra bastante o sabor).


Já na hora da sobremesa, como acontece no A bela Sintra (postei rapidamente sobre esse restaurante aqui, mas ainda farei um post só dele), não há um cardápio com explicações: trazem na mesa as bandejas com amostra de todos os doces, para vermos antes (afinal, para muitos, só ler "toucinho do céu" não seria muito elucidativo). Escolhi, para variar, o toucinho do céu (doce português de amêndoas e ovos)... HUMMMM!





Ah, pra geração mais light, as saladinhas de lá são uma delícia e bem diferentes:


OBS: Preciso ser muito sincera e explicar que, ainda que tenha pago a conta integral, como qualquer um (o que é um acordo entre os sócios de lá), meu marido tem ligações com o restaurante. O que não retira do lugar o direito de ser citado como um restaurante que frequento e indico - como cliente mesmo. Mas acho que tudo na vida deve ser transparente, portanto, não poderia deixar de citar a situação ;P

terça-feira, 26 de agosto de 2014

Kinoshita - O glamour da cozinha japonesa em São Paulo - Dica de restaurante.

Quem me conhece sabe que eu sou alucinadaaa por comida japonesa, não é? E como semana passada fui ao Nakka (veja aqui os comentários), do qual o sushiman saiu do Kinoshita, fiquei com muita vontade de ir lá!

Então, na quinta-feira passada à noite, atravessamos a rua eu e meu marido e lá fomos jantar no Kinoshita, do sushiman Tsuyoshi Murakami (que sempre que vou está lá comandando o balcão) e que fica na Rua Jacques Felix, 405:


Foto do site oficial.

Começamos por uma porção de edamame, que estava ótima, no ponto, e seguimos com um corte de vieiras seladas no azeite trufado. Hummmmm, bom demais!


Passamos por um "carpaccio" de bijupirá (peixe branco brasileiro) embebido no molho cítrico:


Pedimos ainda temakis de uni (ouriço) sensacionais:


Chegamos ao melhor da noite que foi o atum com foie gras fresco (deus, o que era aquilo???):


Terminamos os pedidos com um prato mix de sushis (lá o sushi não é enrolado na alga, são os niguiris que conhecemos por peixe deitado na caminha de arroz) e uma dupla de sushi de peixe serra (o peixe serra, por ter pele tem um sabor um pouco mais forte que os outros peixes e que eu amo):



E, por fim, uma sobremesa de cake de chocolate com figos, servida com ganache (com pouco açucar, mas muito saborosa):


PS: A conta... Bom, com todos os pratos que falei, além de duas doses de sake japonês, água e café, além dos 10%, a conta saiu cerca de R$ 600,00 o casal. Caro, mas vale a pena para amantes da cozinha japonesa.

PS2: Ao sair do restaurante, perguntei ao garçom o motivo da indicação de Kappo Cuisine, que eu não conhecia. Ele me informou que é a linha que a casa segue: preparar um menu sazonal, de acordo com o que tem de fresco, prezando pela harmonização dos ingredientes! Valeu a elucidação.



segunda-feira, 25 de agosto de 2014

Grande Hotel Senac - Dica de hotel em Campos do Jordão.

Há cerca de três semanas, fomos passar o final de semana em Campos na companhia de nossos amigos da confraria! Foi a primeira vez que conseguimos juntar os três casais e filhos pra uma viagem!!! E, por indicação de um desses casais, escolhemos ficar no Grande Hotel Senac de Campos do Jordão.

Foto do site do hotel.

Abaixo, o mapa indicando a distância a pé do Baden Baden da Vila Capivari:

Foto do Google Maps.

A escolha, aliás, não poderia ter sido melhor. O hotel tem uma estrutura espetacular para quem viaja com crianças. O terreno do hotel é imenso, cheio de verde perfilado por araucárias gigantes. Vejam o mapa do "complexo":


Fotos do site do hotel.

O saguão é muitoooo grande, os pequenos corriam de um lado para outro. Tem sala de TV, de lareira, restaurante que abre cedo só para crianças e babás (com menu mais voltado aos pequenos), brinquedoteca, piscina aquecida, quadra de tênis, academia bem equipada, copa bebê, serviço a parte de babysitter. Nossa, um show.

Nos divertimos "horrores" na piscina coberta e aquecida:




A comida não pára durante o dia todo (sério mesmo) - mal desmontaram o café da manhã, já serviam um snack no terraço, depois o almoço, snack da tarde (um dia foi caldinho de feijão, com pastéis fritos e caipirinhas, por exemplo...risos), chá da tarde, jantar... Nada favorável para quem está de dieta. A comida é toda inclusa, exceto as bebidas engarrafadas/enlatadas e drinks (se não estiverem sendo servidos em alguma das estações).

Foto do site do hotel.

O valor da diária ficou em R$ 920,00, acrescida de 10% opcional pelos serviços. Pelo fato de ser um hotel escola, não falta ajuda - há sempre alguém disposto a te auxiliar, com qualquer coisa.

Ah, o ponto fraco: se ficar num quarto categoria normal, peça andares mais altos. O nosso quarto ficou no primeiro andar e a vista era do telhado (bem ruim mesmo). Abaixo fotos do quarto categoria que ficamos:


Fotos do site do hotel.


sexta-feira, 22 de agosto de 2014

Nakka - Restaurante japonês badaladinho de São Paulo.

Eu e uma amiga fomos na nossa tradicional confraria (dessa vez porém desfalcada) que acontece toda quarta-feira. É o dia da semana que temos para conversar sobre besteiras e futilidades, sem a companhia de filhos. E, como os demais maridos não curtem muito comida japonesa, é o dia em que nós mulheres nos deliciamos com essa culinária (eu sou a exceção, pois meu marido é tão alucinado quanto eu!!! Mas qualquer dia é dia de japonês pra mim! Iupiii).

Já fazia um tempo que ouvia falar do Nakka e estava com muita vontade de conhecer. É um restaurante mais purista, sem muitas invenções, que fica no Itaim Bibi, na Rua Pedroso Alvarenga, 890 (é na frente do Empório São Paulo de lá quase):


A fachada bem moderna, em ripas de madeira, na qual o restaurante parece ser um cubo encaixado dentro (durante o dia, a fachada passa batida... Pois os vidros são escuros):


Pode ter sido pelo fato de ter ido durante o dia... Pode ter sido pelo fato da minha companhia não gostar tanto de inovações quanto eu... Mas, fato é que não achei tudo isso. A qualidade é indiscutível, mas o atendimento estava um pouco desleixado (apesar de meio vazio, com sobra de garçons), já que sequer orientavam o que escolher numa primeira visita à casa. O corte dos sashimis tradicionais (salmão e atum) estava grosso demais PRO MEU PALADAR (friso isso, pois gosto é gosto, né?).


O sushiman, ex-Kinoshita (falei um pouquinho do Kinoshita aqui), seguiu bem as linhas da casa de onde veio. E, pelo menos, tem sobremesas mais normais (okay, tem cheesecake de tofu, mas tem brigadeiro de colher), o que não acontecia no outro restaurante (contaram-me que reformularam o cardápio da outra casa há cerca de 2 meses, e ainda não fui).

Há uma variedade boa de peixes e iguarias, como o uni (ouriço) e vieiras, que eu amo! Mas não pedi por conta da falta de cia para dividir a escolha.

Pontos positivos: o carpaccio de salmão ao azeite trufado realmente tem gosto de trufas!!! Parece besteira falar isso, mas quem, que seja apreciador, já não pagou caro por algo que deveria ter sabor de trufas e não tinha? Foi o melhor do almoço.


A merluza negra estava ótima! Parecia bastante com a consistência e sabor do black code marinado no miso do Nobu (vejam aqui quando comentei desse restaurante em Miami).


Já o prato de sashimis variados, veio com as exatas 18 peças prometidas (5 cortes de atum, 5 cortes de salmão - os tais mais grossos - e 2 cortes de 3 tipos de peixe branco, dentre eles robalo e serra, cada um num molho diferente - um com laranja, outro com gengibre, etc).


A sobremesa estava interessante - brigadeiro de colher, que veio acompanhada de morangos picados e farofa. Mas nada de extasiante... Esqueci de tirar a foto, então peguei essa do perfil do instagram do restaurante:


A conta: bom, pra isso que pedimos, com 2 caipirinhas de sakê, água e um café, a conta foi cerca de R$ 260,00 para duas pessoas.

OBS: Ainda volto e repito a tentativa com meu marido e conto pra vocês! Vai que experimentando mais o que eu comeria normalmente, eu não me apaixone também pelo lugar? Às vezes também o jantar é melhor...

quinta-feira, 21 de agosto de 2014

Buenos Aires IV - Passeios. O que fazer com crianças pequenas?

Pesquisando em diversos blogs, vi que Buenos Aires tem várias opções de passeios com criança. Como o tempo foi curto na minha estadia, fiz apenas algumas das atividades que pesquisei (e que vou comentar), mas vou listar todas que encontrei, ok? (Como fiz com Miami - veja aqui).

1) Jardim Zoológico de Palermo;
2) Jardim Japonês em Palermo;
3) Museu da Criança e Neverland no Shopping Abasto.

Fora de Buenos Aires:

4) Zoológico Luján;
5) Passeio de Trem de la Costa até Tigre;
6) Passeio de barco/catamarã pelo Delta do Rio Tigre.

Abaixo, vou listar essas atrações e outras menores por região, pois acho que fica mais fácil montar o itinerário (veja abaixo mapa extraído do site Aprendiz de Viajante):


- Puerto Madero: o passeio em si na beira das barragens, já é encantador. Meu filho corria bastante nas margens, pois é um percurso bem longo. Ótimo lugar para cansar os pequenos. Além de poder visitar pontos turísticos adultos a pé (i.e. Ponte da Mulher e Casa Rosada). Se seu filho gostar de barcos, há um ancorado nas barragens, que virou museu e permite a visitação: Fragata Sarmiento. Além disso, o lugar é cheio de restaurantezinhos para almoços muito gostosos (para dicas de restaurantes, clique aqui). O mapa abaixo foi retirado do site de Buenos Aires Sem Segredos:


Foto da Fragata Sarmiento de Marcelo Sola no site Welcome Argentina.

- Recoleta: Nada de muito infantil a se fazer. Perto do Alvear ficam as lojas mais classudas, como Hermès. Tem alguns restaurantes gostosos e sorveterias. Há o cemitério para visitas e uma feirinha da Plaza Francia aos finais de semana.

- Palermo: Aqui já há mais opções. Quando lerem as dicas de onde ir com crianças em Buenos Aires, fiquem atentos, pois há 2 zoológicos: um dentro da cidade e outro em outra localidade. Aparentemente esse de Palermo seria mais parecido com o de São Paulo e o outro com o Simba Safari sem carro, com mais interação com os bichos...


O zoológico de Palermo funciona das 10 às 18, mas apenas se compram ingressos, de cerca de 130 pesos, até às 17 horas. Foto abaixo extraída do perfil do facebook do zoológico:


Acabei não indo pois no dia que cheguei até lá (fui ANDANDO desde Puerto Madero!!! Com um bebê no carrinho/colo) já estávamos próximos do horário de fechamento. E nos outros dias, choveu...

Bom, nesse dia que chegamos até lá a pé, resolvemos ir ao Jardim Japonês, que fica bem na frente do zoo. Gente, que lugar lindo: passeios orientais, com um restaurante japonês, lago de carpas com pontes arqueadas de madeira e... As cerejeiras: LINDAS!!! Aberto das 10 às 18, custa cerca de 32 pesos por pessoa.




- Fora dos bairros conhecidos: DICA PARA DIAS DE CHUVA E FRIO: Abasto Shopping em Almagro.


Lá fomos ao Museu da Criança (ou Museo de los Niños), que abre de terça a domingo, das 13 às 20 horas. A entrada custa 35 pesos para adultos e crianças com mais de 2 anos pagam entre 90 e 95 pesos a depender do dia. OBS: Fui em pleno período de férias - peguei uma fila imensaaaaa!!! (Foto abaixo). Mas que de acordo com o funcionário da frente, fica pior quanto mais tarde chegar... Uma gracinha o lugar. Meu filho que gosta de carros amou... Tem mini oficina e tudo. Além disso, tem imitação de uma estação de TV, tem mini mercado e muitos outros ambientes.









Realmente muito legal!!! E a sorte foi que uma amiga enfatizou pra não deixar de ir (pois confesso que estava meio receosa de não ser legal pelo simples preconceito de ser dentro de um shopping - pensei eu: shopping faço em São Paulo!!!rs).

Até o Museu abrir, ficamos na parte de arcade games da Neverland no shopping Abasto. Tem vários carrinhos pra brincar (pra funcionarem, precisa-se de moedas), além dos jogos de "video-game":

No andar de cima, a Neverland tem um mini parque de diversão!!! A fila estava tão grande quando saí do Museu que acabei desistindo (e também parecia mais adequado a crianças um pouco maiores).

Foto do site da Neverland.

Sobre as atrações dos arredores de Buenos Aires, vou colocar no próximo post, pois este já está imenso!!!

OBS: Mapas retirados do Google Maps!